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300: o outro lado da hist�ria

By: dudumarais
folder Portuguese › Movies
Rating: Adult ++
Chapters: 22
Views: 1,635
Reviews: 1
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Disclaimer: I own no one and nothing from "300". I do not know anyone in the story: this is a work of fiction. I make no money from this.
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300: o outro lado da hist�ria

- Ao contrário do terrível Leônidas que pediu para que você se levantasse, eu só peço que você se ajoelhe! – Xerxes mantém seu rosto cínico. – Tudo o que lhe peço é que faça algo mais propício ao seu corpo.

O corcunda olha-o com curiosidade e temor.

- Tudo o que lhe peço é que se ajoelhe. Fique de joelhos diante de mim, reconheça que sou seu rei e terá tudo o que pedir. Então, você verá que sou bom. Eu sou bom.

Ainda temeroso, o corcunda vai inclinando-se e em poucos minutos está completamente prostrado diante do excêntrico homem.

- Eu sou bom.

Alguns momentos de submissão e o corcunda empertiga-se como seu corpo oferece possibilidade. Olha o rei com sua maneira de soslaio para conseguir olhar.

- Eu servirei ao senhor. Quero ser útil nesta guerra porque sou forte. Posso lutar e posso derrotar os espartanos.

- É isso que quer? Sei que seu coração quer algo mais.

- Eu quero armas...quero mulheres...e quero uniforme!

- Mas antes que tenha tudo o que você merece, eu preciso que me dê mostras de sua fidelidade.

Um sorriso torto é a resposta animada do corcunda.

- Leônidas não pode ser perfeito. Ele deve ter alguma mancha naquele comportamento ilibado. – Xerxes inclina-se para frente. – O que há de sujo dentro das paredes daquele palácio. Eu preciso de algo que possa ser usado como arma contra a arrogância daquele rei. Preciso de algum segredo que me dê vantagem sobre o exército de Leônidas

Por alguns segundos, o corcunda fica pensativo.

- Existem dois segredos que conheço. Por ora, informarei apenas um. Há algo que não posso afirmar ser verdade, porém pode ser investigado.

- Sim?

- Meus pais fugiram de Esparta para que eu não fosse atirado ao precipício por minha monstruosidade...mas me disseram os ventos noturnos, que o irmão mais jovem do rei...é um...ele é “um homem-mulher”. Outros ventos dizem que é uma mulher que se finge de homem.

O rosto de Xerxes torna-se uma representação total de espanto e felicidade.

- Um “homem-mulher”? Então, os espartanos perfeitos deixaram que uma pessoa incomum como essa, passasse incólume aos rigores da lei? Aos amigos dou tudo e os inimigos, eu aplico a lei? É essa a premissa de Leônidas?

Um riso sarcástico é a resposta do corcunda.

- Isso é uma notícia maravilhosa! Um membro da realeza com uma singularidade que seria punida com morte, caso fosse descoberta entre os plebeus!

- Sim. – o corcunda sorri. – Ouvi dizer que Lassir é metade homem e metade mulher.

Xerxes desce do pedestal onde estava e aproxima-se do convidado. Toca-lhe a corcova com carinho paternal.

- Você é um homem esperto e sabe como agradar o seu rei.

- Sim.

- Como você acha que eu reagiria, caso você me presenteasse com a presença dessa criatura em meu palácio?

- O senhor ficaria feliz!

- E você quer me fazer feliz?

Nenhuma resposta surge.

- Como eu sei que você quer que eu sorria, penso que em três dias e três noites, receberei em meu humilde palácio essa criança especial.

O corcunda ainda sente-se inseguro. Seria certo agir daquela maneira? Ele conhecia Lassir e ambos já haviam sido amigos na infância, longe dos olhos dos adultos perversos.

- Ao contrário do terrível Leônidas que pediu para que você se levantasse, eu só peço que você se ajoelhe! – Xerxes mantém seu rosto cínico. – Tudo o que lhe peço é que faça algo mais propício ao seu corpo.

O corcunda olha-o com curiosidade e temor.

- Tudo o que lhe peço é que se ajoelhe. Fique de joelhos diante de mim, reconheça que sou seu rei e terá tudo o que pedir. Então, você verá que sou bom. Eu sou bom.

Ainda temeroso, o corcunda vai inclinando-se e em poucos minutos está completamente prostrado diante do excêntrico homem.

- Eu sou bom.

Alguns momentos de submissão e o corcunda empertiga-se como seu corpo oferece possibilidade. Olha o rei com sua maneira de soslaio para conseguir olhar.

- Eu servirei ao senhor. Quero ser útil nesta guerra porque sou forte. Posso lutar e posso derrotar os espartanos.

- É isso que quer? Sei que seu coração quer algo mais.

- Eu quero armas...quero mulheres...e quero uniforme!

- Mas antes que tenha tudo o que você merece, eu preciso que me dê mostras de sua fidelidade.

Um sorriso torto é a resposta animada do corcunda.

- Leônidas não pode ser perfeito. Ele deve ter alguma mancha naquele comportamento ilibado. – Xerxes inclina-se para frente. – O que há de sujo dentro das paredes daquele palácio. Eu preciso de algo que possa ser usado como arma contra a arrogância daquele rei. Preciso de algum segredo que me dê vantagem sobre o exército de Leônidas

Por alguns segundos, o corcunda fica pensativo.

- Existem dois segredos que conheço. Por ora, informarei apenas um. Há algo que não posso afirmar ser verdade, porém pode ser investigado.

- Sim?

- Meus pais fugiram de Esparta para que eu não fosse atirado ao precipício por minha monstruosidade...mas me disseram os ventos noturnos, que o irmão mais jovem do rei...é um...ele é “um homem-mulher”. Outros ventos dizem que é uma mulher que se finge de homem.

O rosto de Xerxes torna-se uma representação total de espanto e felicidade.

- Um “homem-mulher”? Então, os espartanos perfeitos deixaram que uma pessoa incomum como essa, passasse incólume aos rigores da lei? Aos amigos dou tudo e os inimigos, eu aplico a lei? É essa a premissa de Leônidas?

Um riso sarcástico é a resposta do corcunda.

- Isso é uma notícia maravilhosa! Um membro da realeza com uma singularidade que seria punida com morte, caso fosse descoberta entre os plebeus!

- Sim. – o corcunda sorri. – Ouvi dizer que Lassir é metade homem e metade mulher.

Xerxes desce do pedestal onde estava e aproxima-se do convidado. Toca-lhe a corcova com carinho paternal.

- Você é um homem esperto e sabe como agradar o seu rei.

- Sim.

- Como você acha que eu reagiria, caso você me presenteasse com a presença dessa criatura em meu palácio?

- O senhor ficaria feliz!

- E você quer me fazer feliz?

Nenhuma resposta surge.

- Como eu sei que você quer que eu sorria, penso que em três dias e três noites, receberei em meu humilde palácio essa criança especial.

O corcunda ainda sente-se inseguro. Seria certo agir daquela maneira? Ele conhecia Lassir e ambos já haviam sido amigos na infância, longe dos olhos dos adultos perversos.

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