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O Drag�o e a Sereia

By: Bewinha
folder Misc. Non-English › Harry Potter
Rating: Adult
Chapters: 4
Views: 794
Reviews: 0
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Disclaimer: I do not own the Harry Potter book and movie series, nor any of the characters from it. I do not make any money from the writing of this story.
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2

Espero que estejam a gostar. Aqui está mais um capítulo, por favor deixem-me algumas reviews.

2

Passou-se uma semana. Uma semana de angústia e agonia para Draco. Foram precisas todas as suas forças e, todo o treino recebido, em criança, de autocontrole para não sair da floresta. Isso e a sua vontade de permanecer vivo. Por fim, chegou o tão esperado (nunca tão esperado) dia do banho. Nunca, nestes últimos meses, ele se tinha dirigido com tanta ânsia para o lago. Dava passadas longas e confiantes, (ou pelo menos esperançosas) dizendo a si mesmo que ela lá ia estar.

- E se ela não está lá? – a pergunta ficou a ecoar pela floresta, sem resposta. É certo que tinha chegado à conclusão de que era melhor manter-se afastado dela, para o bem de ambos. Mas o desejo de a ver era mais forte que, qualquer razão lógica.

Quando por fim avistou o lago, foi com um grande desgosto, que percebeu, que ela não estava lá. Prosseguiu (num passo muito mais lento e arrastado) e quando chegou à beira do lago, despiu-se. Arrepiou-se um pouco quando entrou. A principio custava sempre porque o tempo ainda estava frio. Só depois de dar algumas braçadas é que conseguia aquecer.

- Como é que ela consegue viver neste gelo?

- A minha temperatura corporal é diferente da tua.

- Ah!!! – Draco virou-se e lá estava ela. Tão perfeita, como a lembrava, se não, mais.
- Desculpa, não era minha intenção assustar-te. – disse ela aproximando-se cada vez mais.

- N-não me assustaste. – disse ele recuando cada vez mais. Céus! Estava nu e a menos de dois metros da rapariga mais bela que alguma vez vira.

Os dois olharam-se durante alguns momentos. Ela sempre a avançar e ele sempre a recuar. Ele a tentar perceber se ela ainda estava zangada e ela a tentar perceber porque é que ele estava a fugir dela.

- Não apareceste toda a semana.

“Então ela passou a semana toda a ver se eu vinha.”

- Querias ver-me? – ela parou e corou, o que só a deixou ainda mais bela aos seus olhos.

- N-não.... Eu... costumo vir cá todas as noites. – o coração de Draco disparou ante a possibilidade de a ver todas as noites.

Ela recomeçou a nadar na sua direcção e Draco recomeçou a nadar na direcção oposta. De repente ela parou e pôs os olhos na água.

- Foi por isso que não apareceste?

- O quê? – de que estava ela a falar?

- E é por isso que está a fugir de mim, não é?

- O que...

- Por eu não ser humana. – Ariel levantou o olhar, e viu o estranho, mas belo, humano a olhar para ela com um ar perplexo e de seguida soltar uma gargalhada. A pequena sereia ficou a olhar para ele, sem saber o que fazer ou porque se ria ele. Acaso estaria a rir-se dela?? Vendo a reacção dela, Draco fez um esforço para parar de rir e explicar-se.

- Desculpa. Não me queria rir de ti... mas é que... porque é que pensaste que... não tem nada que ver contigo... – o belo rosto da sereia iluminou-se, com um ainda mais belo, sorriso, que Draco desejou poder manter para sempre.

- Então... não te importas?

- Porque haveria de importar-me?

- A sério?! Então significa que somos amigos? – os olhos da jovem “deusa” reluziam de felicidade.

- Amigos? – O conceito era algo estranho para Draco, ainda mais tratando-se de alguém do sexo oposto. Os únicos amigos que tinha tido, tinham-se aproximado por causa do seu estatuto social e para poderem ser temidos e respeitados. – Com uma condição.

- Qual? – perguntou ela, suspeita.

- Como te chamas? Preciso de saber. – a sereia sorriu.

- Ariel.

- Ariel. – repetiu ele, experimentando o sabor do nome nos seus lábios. Sem saber porquê, Ariel deu por si a desejar que ele fosse a única pessoa a prenunciar o seu nome. Parecia quase mágico, dito por ele. – Bem, Ariel, eu sou o Draco Malfoy. – disse estendendo-lhe a mão.

- Draco Malfoy. – disse ela, apertando-lhe a mão. – É tão... tu. – disse rindo.
- Que quer isso dizer? – perguntou, sem saber se devia ficar ofendido ou não. Ariel soltou uma pequena gargalhada. Como ele adorava o som da sua voz.

- Agora que somos amigos, posso pedir-te um favor? – Draco desconfiou imediatamente do pedido. Era algo natural para ele. No seu mundo ninguém pedia algo apenas por puras intenções. Mas o olhar, suplicante, da bela sereia depressa lhe dissipou as desconfianças.

- O que é? – perguntou ainda um pouco hesitante.

- Posso ver as tuas pernas? – o seu olhar era quase infantil.

- O quê?! NÃO!!! – Draco corou dos pés à cabeça. Seria possível que ela ainda não tivesse reparado, que ele estava nu!

- Porque não? – o seu tom mostrava que estava desapontada.

- Bem... porque... porque... – “Boa. E agora? O que é que eu digo?” Draco olhou para ela. Esperava, quase religiosamente, uma resposta dele. – Porque... dentro de água não me dá jeito levantar as pernas. – “Que desculpa mais idiota!”

- Oh, não há problema. Eu posso mergulhar.

- NÃO!!!!

- Porquê? – disse ela, já ligeiramente aborrecida.

- Eu... (suspiro)não tenho roupa vestida. – disse corando ainda mais (para sua irritação).

- E??? A minha espécie também tem seres do sexo masculino e eles não andam propriamente vestidos.

- Acredita, a imagem não é igual.... Eu prometo que da próxima vez... te deixo vê-las. – Dado o embaraço do rapaz, Ariel acabou por concordar. Ficaram os dois, assim, em silêncio, durante alguns mágicos momentos até Draco começar a tremer de frio.

- Acho que é melhor ires. – disse ela, sem esconder o desgosto que sentia por ter de dar fim ao encontro.

- É... é melhor. – disse ele, também sem vontade de dizer adeus.

- ... Vejo-te amanhã?

- Sim. – Foi a resposta directa e imediata.

- Nesse caso... até amanhã. – e mergulhou.

O suspiro que Draco soltou era muito mais profundo do que aparentava. Porque é que se sentia assim? Estava dentro de um lago gelado, e no entanto, não sentia frio nenhum porque a única coisa que o seu cérebro conseguia registar, de momento, era o facto de que a ia ver outra vez amanhã. Porque é que se sentia assim? “Ela põe-me nas situações mais embaraçosas possíveis e no entanto..., no entanto não consigo ficar zangado com ela. E o pior é que não me importo de continuar a passar por essas situações desde que continue a vê-la.” Voltou a suspirar enquanto se secava com um feitiço e, de repente, lembrou-se da situação que tinha ocorrido há pouco tempo atrás, corando imediatamente. “Felizmente ninguém me pode ver fazer estas figuras.” (suspiro) “Pior ainda,... porque é que eu gosto desta mudança??”

É tudo! Se receber algumas reviews pode ser que ponha o terceiro mais depressa!! Oh, mais uma coisa, se quiserem, vão ver a minha outra hisória. É sobre o Leon e a Tifa.
Jinhos
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